A libertação de não ser lido.
E de beber muito.
E de lembrar que blogue é blogue e esse jorrar é saudável.
Saudável também é praticar exercícios.
Não pratico exercícios e sei que melhor seria se.
Então blogue, já que exercícios não ainda.
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Depois do bode.
Tudo certo.
Estúpido bode.
Estúpido tudo certo.
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Eu mesmo. Fernando. Delírios meus para mim.
O desafio continua o mesmo: um dia de cada vez.
Quero comer dias, vomitar dias, quero berrar que o dia a dia é real, mas não adianta nada de nada, não importa nada de nada. Real não importa nada de nada.
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Ver uma bunda perfeita e elegante.
Amiga sensível me aponta a bunda e ela tem toda razão: uma das melhores bundas já vistas por toda história da humanidade.
Tento ouvir de longe o que é dito, sem sucesso.
Bunda vasta, expressiva, que não cabia em si e chegava ao mundo.
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Não consigo gritar com a massa.
Não consigo confiar na massa.
A massa, de esquerda ou de direita, ainda é a massa.
Com todo desejo de messias que a massa tem.
Não dá pra confiar em quem confia em messias.
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É um dos momentos mais MERDAS da história recente.
Governo interino merda. Governo deposto merda.
(sem fim)
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FB se coragem:
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Nada de nada. Ouço, depois da Argentina, o primeiro disco do Criolo.
Nada de nada.
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Ahhhhh.
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