quinta-feira, 2 de junho de 2016

A libertação de não ser lido.
E de beber muito.
E de lembrar que blogue é blogue e esse jorrar é saudável.
Saudável também é praticar exercícios.
Não pratico exercícios e sei que melhor seria se.
Então blogue, já que exercícios não ainda.
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Depois do bode.
Tudo certo.
Estúpido bode.
Estúpido tudo certo.
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Eu mesmo. Fernando. Delírios meus para mim.
O desafio continua o mesmo: um dia de cada vez.
Quero comer dias, vomitar dias, quero berrar que o dia a dia é real, mas não adianta nada de nada, não importa nada de nada. Real não importa nada de nada.
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Ver uma bunda perfeita e elegante.
Amiga sensível me aponta a bunda e ela tem toda razão: uma das melhores bundas já vistas por toda história da humanidade.
Tento ouvir de longe o que é dito, sem sucesso.
Bunda vasta, expressiva, que não cabia em si e chegava ao mundo.
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Não consigo gritar com a massa.
Não consigo confiar na massa.
A massa, de esquerda ou de direita, ainda é a massa.
Com todo desejo de messias que a massa tem.
Não dá pra confiar em quem confia em messias.
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É um dos momentos mais MERDAS da história recente.
Governo interino merda. Governo deposto merda.
(sem fim)
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FB se coragem:
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Nada de nada. Ouço, depois da Argentina, o primeiro disco do Criolo.
Nada de nada.
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Ahhhhh.




quarta-feira, 1 de junho de 2016

E volto e volto.
E é tudo por mim, sobre mim.
Minha frase agora seria: "O mais livre dos homens é o mais egoísta dos homens. Ele se ilude alegremente ao aplicar sua limitação para todo o mundo. Como se tudo estendesse dele.".
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Mas isso vem de coisas diversas:
- eu mesmo, minhas agonias e senões.
- a boa amiga, em fim de grande amor sem entender que nem ela nem ele fizeram algo errado. Até o contrário - em termos idealistas.
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FB se coragem.
Havia uma ideia geral, simples e aceitável: a queda da Dilma traria uma mudança que, por ser mudança, poderia fazer as coisas se mexerem.
Teve o terrível espetáculo de domingo da votação da câmara.
Um dia triste pra qualquer um. Eleitor da Dilma teve vergonha, eleitor do Aécio teve vergonha. A população teve vergonha.
Era o pior esepelho: real e deprimente. Sim, tristemente, a camêra dos deputados é PROFUNDAMENTE o retrato da nossa sociedade.
(blablabla. não rolou. sem fim)