segunda-feira, 2 de maio de 2016

Solidão como dado real e calma muita calma.
Muita calma nunca é paz, mas resignação.
01 ano passa voando e lá tem o pote do fim do arco íris.
Por que diabos a objetividade racional não consegue vencer a sensação de que PRECISO fazer coisas?
É inteligente a decisão racional: segura mais 10 meses para 30 meses de perspectiva diária.
Mas o inteligência nunca convenceu ninguém.
Mais fácil ir à luta armada por paixões e fanatismos do que por articulação da razão.
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Meu teatrinho e minha ação concentrada.
Tudo para apenas um lugar, um sentido, um objetivo.
Tudo só pra isso. Que não é só. E é o oposto de só.
Como fosse microscópio.
Sei lá.
Algo tipo o aleph (se bem entendi) do Borges.
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Perde-se muito muito tempo em coisas que nem importam de verdade.
Coisas que compõem a vida,
seu cotidiano e tudo, mas que, ah, nem importam.
Meu desejo mais inocente e afetado:
não ter que lidar tanto com a cotidianaria. Ou então transcender a lá Buk, que sempre soube a importância das pequenas tarefas. (o 'amarrar os sapatos' que ficou pop com crumb, mas que sempre esteve lá, na obra do buk, dando conta de diversas coisas: limpar casa, trabalhar, ir ao mecânico, etc.)
Conclusão: há um ano de 90% de coisas que nem importam:
cortar o cabelo é a mais urgente hoje, 02 de maio de 2016.
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