Dia de estar em casa e tudo lento que só. E faz frio de 22 graus no RJ.
E ouvir música enquanto se lê as letras e pensar que sentir muito nem sempre cabe no mundo real.
E lembrar do blogue e do exercício calmo de sanidade que havia na escrita constante.
Falando comigo mesmo como o mais eficiente dos terapeutas.
E sentir saudade de tudo, e se jogar nas nebulosas do cérebro,
com álcool, memória, livros e drogas. E musica. E, vá lá, a vasta internet.